Blog destinado a compartilhar dicas de viagens e passeios. Tentarei expor um pouco de minha experiência neste ramo...
terça-feira, 4 de outubro de 2016
MOGI GUAÇU
terça-feira, 6 de setembro de 2016
ESLOVÁQUIA
Gastos:
***Em uma tarde em Bratislava tive um gasto aproximado de 57 euros***
(1,80 ônibus até o centro (ida e volta) / 2,00 água / 7,70 passagem para Viena de ônibus / 23,30 presentes / 2,10 band-aid / 21,00 almoço completo)
terça-feira, 19 de julho de 2016
SINTRA
POLÔNIA
Clique na cidade/região abaixo para saber mais informações:
UM POUCO DE HISTÓRIA:
Durante os séculos VI e VII a região onde fica a
Polônia era habitada por diferentes tribos, sendo que se destacava a tribo dos
Polanos. Essas tribos viviam da agricultura e da caça. A região só ganhou
autonomia e passou a ser reconhecida como país após Roma reconhecer a nova
nação (no ano de 966) que então passou a se chamar Polônia devido ao nome da
tribo que se destacava na região.
Ao longo de toda sua história a região ainda foi
invadida por diferentes países, devido à sua destacada localização, e suas
fronteiras foram se alterando profundamente.
ALGUMAS PALAVRINHAS PARA AJUDAR:
- cześć (oi)
- dzięki (obrigada)
- Dzień dobry (bom dia)
** Capital: Varsóvia **
** Língua: polaco / polonês **
** Moeda: Zloty **
GASTOS:
Para maiores informações, clique no link das
cidades visitadas e veja o valor gasto em cada uma.
segunda-feira, 18 de julho de 2016
CROÁCIA
Clique na cidade abaixo para saber mais informações:
Split Novalja Zagreb
Gastos:
***1ª viagem: Em 3 dias, tive um gasto aproximado de 1985,00 kunas (aproximadamente R$795,00) incluindo hospedagem em hostel (Em Split)***
Um homem precisa viajar
“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser; que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”.






