domingo, 17 de julho de 2016

OUTROS AUTORES

Todos os textos abaixo foram retirados de sites, livros ou filmes e seguem com os devidos créditos aos autores e/ou links para os sites.

Clique no título do texto que gostaria de ler:

"Um homem precisa viajar"

"15 habilidades que você precisa para viajar o mundo"

"Date a girl who travels" (Namore uma garota que viaja)

"Síndrome do eterno viajante"

"Date a girl who travels"

Tradução do texto "Date a girl who travels" que viralizou na internet e eu simplesmente, amei!

O texto original está disponível no blog da autora Aleah Taboclaon (http://www.solitarywanderer.com/2012/02/date-a-girl-who-travels/), uma filipina apaixonada por viagens e autora de livros para mulheres que, assim como ela, amam viajar!

"Namore uma mulher que viaja. Namore uma garota que prefere guardar dinheiro para viagens fora da cidade ou um dia de viagem em vez de comprar novos sapatos ou roupas. Ela pode não estar na moda, mas por trás daquela pele com sardas e bronzeada de todos os dias de sol, encontra-se uma mente que pode te levar para lugares e um coração aberto que levará para o que você é, não para o que você pode ser.
Namore uma mulher que viaja. Você vai reconhece-la pela mochila que ela sempre carrega. Ela não vai estar carregando uma bolsa delicada de mão; onde ela vai colocar seu diário de viagens, suas canetas e sua lanterna que está sempre presa ao zíper da sua mochila? Em uma bolsa pequena, como ela pode trazer o rolo de corda de viagem, os lenços umedecidos, a caixa de biscoito e uma garrafa de água que ela tem sempre em mãos, apenas no caso de alguma coisa acontecer e ela não poder ir para a casa ainda?
Sim, uma mulher que viaja sabe que a qualquer hora alguma coisa pode acontecer e ela deve estar preparada para isso. Nada a pega de surpresa; ela leva tudo com imparcialidade, sabendo que essas coisas farão sempre parte de sua vida. Ela é confiável e segura, características que ela aprendeu enquanto estava na estrada.
Você também vai reconhecer uma mulher que viaja pelo fato de ela estar sempre maravilhada com o mundo em sua volta, não importa se ela está em sua cidade natal ou em um lugar que lhe é totalmente novo. Ela vê a beleza em toda sua volta, não só os destaques dos guias de viagens ou os que são mostrados em cartões postais. A mulher que viaja tem desenvolvido uma profunda apreciação pela vida. Ela não vai te julgar ou te pressionar para fazer coisas que você não quer. Ela entende muito sobre a importância de identidade e auto-eficácia e ela vai apreciar muito mais se você não fingir ser o que você não é.
Você pode cometer erros com uma mulher que viaja e você também pode ter uma forma incomum de se portar perante a sociedade. Confie em mim, ela viu muita coisa pior em suas viagens e ela sabe em primeira mão os caprichos da natureza humana.
Namore uma mulher que viaja porque quando você está com ela, você vai perceber que mesmo que ela tenha cochilado em um templo no Angkor Wat, passeado de gôndola no Mekong Delta, corrido nas ruas de Saigon ou nadado pelada nas cavernas das Filipinas, ela ainda retém aquela humildade que é a marca de um verdadeiro viajante. Ela sabe que ela esteve em muitos lugares, mas ela é humilde pelo fato que o mundo é ainda um lugar enorme e ela tem visto apenas um pequena parte disso. Enxergar isso nela pode fazer você se sentir bem consigo mesmo; não é preciso você fazer mais nada para ser mais. O que você é já é suficiente.
Quando você encontrar uma mulher que viaja, pergunte a ela onde ela esteve e para onde ela está indo. Ela vai adorar o seu interesse e, se você tiver sorte, ela pode te convidar para se juntar a ela. E quando ela o fizer, vá. Nada une melhor as pessoas do que viajar. Em suas viagens, vocês irão enxergar as melhores e piores características de ambos e você poderá então decidir se a luta por ela vale a pena.
É muito fácil namorar uma mulher que viaja. Ela não vai querer presentes caros; você pode comprar pra ela (ou para vocês dois) passagens baratas para a Tailândia para o final de semana e ela ficará mais do que feliz de te levar para a maior ponte de madeira do país. Você não precisa cruzar o oceano; você pode levá-la para sair em viagens de um dia para uma caverna ou trilha ou presenteá-la com uma massagem.
Você pode comprar também coisas que ela teima em esquecer de comprar para si mesma; aquele gancho que prende a mochila dela no assento para que ela possa se sentir mais confortável ao dormir em uma viagem de ônibus, ou uma capa para a mochila, um pequeno despertador, um cinto de dinheiro, ou talvez outra calça sarongue no lugar daquela que ela perdeu na China.
Ela não vai se importar se você se perder no seu caminho para um encontro. Ela sabe que muitas vezes a jornada é mais importante que o destino. Ela vai te ajudar a ver o lado mais tranquilo das coisas. Ela vai caminhar ao seu lado, não atrás de você, apontando as coisas interessantes que vocês verem pelo caminho. Muito antes, você irá perceber que sim, a jornada tem sido mais memorável que o lugar que você planejou levá-la.
Uma mulher que viaja vale a pena? Sim, vale. Então quando você encontra-la, segure-a. Não a perca com suas inseguranças e dúvidas. Porque se ela diz que te ama, ela realmente ama. Afinal, ela tem visto tanta coisa, conhecido tanta gente, e se ela escolheu você, melhor pegar essa oportunidade e agradecer aos deuses por você ter sido sortudo o suficiente para ela ter te escolhido e não aquele cara que ela conheceu enquanto assistia o nascer do sol em Angkor Wat ou enquanto praticava rafting no Padas Gorge em Sabah.
Se ela diz que te ama ela deve ter visto algo em você, algo que sempre pode chama-la de volta de suas viagens, algo em que ela pode ancorá-la para o mundo do jeito que ela quer depois de semanas e meses na estrada.
Namore uma mulher que viaja. Faça ela se sentir segura, aquecida e protegida. Faça ela acreditar que não importa onde ela vá e nem quanto tempo ela fique longe, você estará lá para ela, onde ela pode chamar de lar.
Encontre uma mulher que viaja. Namore-a, ame-a, case-se com ela e o seu mundo nunca será o mesmo de novo."

LISBOA

UM POUCO DE HISTÓRIA:
Lisboa, capital de Portugal, surgiu ao redor do castelo de São Jorge. Há indícios da ocupação desta região desde a pré-história (mais especificamente desde a Idade do ferro), sendo depois ocupada por fenícios, gregos, cartagineses e romanos, estes últimos contribuindo com o desenvolvimento socioeconômico e concedendo o “privilégio” da cidadania romana aos seus habitantes. Durante o período em que os romanos dominaram a região, havia a população que habitava o castelo (que ficava em uma região privilegiada) e camponeses foram construindo habitações ao redor dele (em troca da proteção que recebiam, forneciam frutas, legumes e outros alimentos).

Porém, entre cerca do ano 500 a 700, uma nova leva de invasões atinge a Europa, incluindo a região de Lisboa: trata-se dos povos germanos e árabes. Após um tempo, tem início a Guerra de Reconquista,  e em 1147, D. Afonso Henriques (1º rei de Portugal) retoma o controle da cidade de Lisboa, e a partir daí, ela começa a expandir-se para fora das muralhas até tornar-se a capital durante o reinado de Afonso III.

Em 1755, um terremoto atingiu a cidade e esse terremoto foi seguido por um incêndio que atingiu grande parte da cidade destruindo as principais regiões e centros urbanos. Após tal destruição, começa um novo processo de urbanização comandado pelo famoso Marquês de Pombal (então primeiro ministro do rei Dom José).

ATRAÇÕES TURÍSTICAS:
Torre de Belém: parada obrigatória para quem visita Lisboa. Ela foi construída na época das descobertas e tinha como função a defesa da cidade. Ela se localiza às margens do rio Tejo e fica em frente a uma praça muito bonita. Sua decoração é de arte manuelina representando o poder que o rei tinha. A torre foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1983. E em 2007, foi classificada como uma das 7 maravilhas de Portugal. Próximo da torre, há uma réplica em miniatura da mesma. E andando um pouco mais, é possível ver a réplica de um hidro-avião de Gago Coutinho e Sacadura Cabral, o primeiro a cruzar o Atlântico rumo a América, em 1922. SUPER RECOMENDADO!



Mosteiro dos Jerônimos: fica próximo à Torre de Belém. O mosteiro é considerado a joia da arte manuelina, uma arte única que mescla os estilos gótico e renascentista e que desapareceu com a morte de D. Manuel. O mosteiro foi construído na entrada da cidade, nas margens do rio Tejo, e D. Manuel encontra-se enterrado na capela-mor da Igreja. Em seu interior ainda se encontram os túmulos de Camões (poeta) e Vasco da Gama (navegador). O mosteiro é também parada obrigatória sendo considerado Patrimônio Cultural da Humanidade e mais uma das 7 maravilhas de Portugal. Em frente ao mosteiro há uma praça, onde antigamente ficava a praia do Restelo (de onde partiam as navegações para a descoberta de novas terras). SUPER RECOMENDADO!




- Parque Eduardo VII: recebeu esse nome para homenagear o rei da Inglaterra quando este visitou Lisboa em 1903 para reafirmar uma aliança entre os dois países. O parque fica ao norte da Avenida da Liberdade e lá você poderá observar vários lagos e estátuas, além de visitar o Pavilhão de Desportos.



- Praça Marquês de Pombal: fica entre a Avenida da Liberdade e o Parque Eduardo VII, vale visitar a praça para ver o monumento construído em homenagem a Marquês de Pombal.

- Rossio (Praça d. Pedro IV): um dos pontos centrais para se visitar, fica na Baixa. A praça foi toda reconstruída após o terremoto de 1755. Lá localizam-se o Teatro D. Maria II e a estátua de D. Pedro IV (d. Pedro I no Brasil) em cujos pés encontram-se outras 4 estátuas de mulheres representando a sabedoria, força, justiça e temperança (4 qualidades de D. Pedro IV, segundo o escultor). Nessa praça há também um prédio amarelo que até 1755 era o Palácio Real, mas após o terremoto a família real decidiu mudar-se para um local mais seguro.

- Basílica da Estrela: trata-se de um antigo convento de freiras carmelitas, construído por ordens de D. Maria I e D. Pedro III como cumprimento da promessa de construírem uma igreja caso tivesse um filho para herdar o trono.

- Bairro Alto: para se visitar no fim da tarde e a noite, é um bairro bem pitoresco com ruas antigas e estreitas. Onde ficam as famosas casas de fado (música típica e patrimônio oral e imaterial pela UNESCO). Neste bairro, fica o Miradouro de São Pedro (um mirante para ver toda a cidade, a vista é linda), uma estátua do Loteiro da Sorte com seu bilhete premiado e bem próximo há o “café a brasileira” (onde há uma estátua em bronze de Fernando Pessoa, para homenageá-lo já que era um frequentador assíduo do local). SUPER RECOMENDADO!



- Santuário Nacional de Cristo-rei: localiza-se na freguesia da Almada (área metropolitana de Lisboa), é uma “cópia” mais pequena (como dizem os portugueses) de nosso Cristo Redentor. A ideia de construí-lo foi do cardeal Cerejeira quando esteve no Brasil e se viu deslumbrado. Sua ideia foi aprovada e o Cristo construído como símbolo da paz, homenageando Portugal por não ter entrado na Segunda Guerra Mundial, mantendo-se neutro


INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES:
- Há em Lisboa, casas populares com alugueis bem baratos (cerca de 20 euros) pois são casarões que não podem ser reformados. Isso com a intenção de evitar a construção de favelas.


DICAS:
- Comer no “O carvoeiro”: além das comidas típicas, há (para pessoas enjoadas como eu) um delicioso churrasco a brasileira.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

ESTORIL

UM POUCO DE HISTÓRIA:
Essa região faz parte do concelho de Cascais, e fica a apenas 20 km de Lisboa. Era em Estoril onde Salazar (estadista português) costumava passar suas férias. A região sofreu com inúmeros ataques de corsários e, em outros momentos, enfrentou tentativas de desembarque de povos como franceses e espanhóis. Não é a toa que há várias fortificações em sua costa.

ATRAÇÕES TURÍSTICAS:
- Cassino Estoril: é o maior cassino da Europa.

- Autódromo: era o maior autódromo de Portugal até 2008, e era lá que aconteciam as provas do Grande Prêmio de Portugal de Fórmula 1 até 1996. (Foi onde Senna conseguiu sua primeira pole).
- Praia do Tamariz: praia mais cosmopolita da região Estoril/Cascais, fica em frente ao Cassino.

INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES:
- Para chegar até lá saindo de Lisboa, pegue o metrô até a estação Cais Sodré e de lá é possível pegar um comboio (trem), desça na estação Estoril. Há saídas de 15 em 15 minutos aproximadamente.

- Recomenda-se que faça um bate-e-volta saindo de Lisboa. É possível aproveitar para conhecer Cascais e Sintra no mesmo dia.

CASCAIS

UM POUCO DE HISTÓRIA:
Hoje Cascais é uma vila de Lisboa. Ela foi elevada a condição de vila em fins do século XIV por ordem de D. Pedro I, decisão confirmada por seu filho D. Fernando alguns anos depois. Cascais acabou sofrendo os efeitos do terremoto de 1 de novembro de 1755 que atingiu Lisboa. Durante o século XIX, esta vila foi escolhida como local para a família real desfrutar de suas férias, e desde então tornou-se referência em turismo, tanto que muitos “famosos” brasileiros como Ana Maria Braga, Fafá de Belém e Felipão já possuíram casas nesta vila para passarem suas férias.

ATRAÇÕES TURÍSTICAS:
Torre de São Sebastião (Palácio dos condes de Castro Guimarães) – hoje transformado em um museu-biblioteca segundo a vontade do próprio Castro Guimarães, este local já serviu como casa de veraneio da família real portuguesa até 1910, quando foi proclamada a república no país (5 de outubro de 1910).
Boca do Inferno: cavidade a céu aberto, próximo ao mar, localiza-se na costa oeste da vila.
Centrinho histórico: vale o passeio, são ruazinhas cheias de restaurantes e lojinhas.



Praias: são 17 praias que você pode escolher para conhecer.

INFORMAÇÕES E CURIOSIDADES:
- Cascais fica a pouco mais de 30 minutos de Lisboa, é possível fazer um bate e volta.
- Para chegar até lá saindo de Lisboa, pegue o metrô até a estação Cais Sodré e de lá é possível pegar um comboio (trem) cuja última estação é Cascais. Há saídas de 15 em 15 minutos aproximadamente.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

PORTUGAL

Um país impressionante e apaixonante <3
Não sei se porque foi minha primeira viagem internacional, mas até hoje, foi o país que mais me surpreendeu...... realmente, não esperava ver tudo que vi!


Clique na cidade/região abaixo para saber mais informações:

Lisboa                                   Sintra                            Vila Viçosa

Cascais                                 Lagos                            Alter Pedroso / Alter do Chão

Estoril                                   Albufeira                        Almourol

Vilamoura                             Faro                               Tomar

Mértola                                 Évora                              Braga

Fátima                                  Porto                                




UM POUCO DE HISTÓRIA:
De Lisboa a Vila Viçosa
Como historiadora estudei mais a fundo do que os registros que farei aqui. Meus registros serão feitos com base nas informações que adquiri no local como turista. A história desse país remonta à época da Guerra de Reconquista, quando Henrique foi nomeado conde de Portucale que dependia dos reinos de Castilha e Leão. Mais tarde, seu filho Afonso Henriques, declara a independência da região.
Durante a época das Grandes Navegações, Portugal se destaca, em grande parte devido a Escola de Sagres, e a partir daí é formado um grande império colonizador, com Portugal colonizando terras na África e na América.
Portugal foi invadido por Napoleão Bonaparte, e com isso a família real portuguesa foge para o Brasil, e aí, tem início a crise desse grande império.
O governo português já foi uma/um: monarquia, republica parlamentar (1910-1926), ditadura militar (1926-1933), Estado Novo (1933-1974). 


INFORMAÇÕES, COSTUMES E CURIOSIDADES:
De Alter Pedroso a Braga
- Há um presidente (mandato de 5 anos) e um 1º ministro (líder do governo).
- Árvores que encontrei em Portugal: Oliveiras (azeitona), sobreiro (retira-se a casca para fazer cortiça, a casca volta a crescer em cerca de 9/10 anos), azinheira (bolota que alimenta os porcos), videiras (colhe-se a uva em setembro) e laranjeiras (encontradas em grande quantidade pelas ruas das cidades).
- Não é costume comer arroz.
- O cliente nunca tem razão, portanto chame o garçom apenas uma vez e espere.
- Nunca dar ordens do tipo “eu quero tal coisa”, falar “eu gostaria de tal coisa”.


ALGUMAS PALAVRINHAS PARA AJUDAR:
- Imperial (cerveja)
- Cerveja de pressão (chopp)
- Bica (café)
- Autocarro (ônibus)
- Santinho (saúde)
- Pequeno almoço (café da manhã)
- Gajo ou puto (menino)
- Telemovel (celular)
- Pipa (barril)
- Frigorifico (geladeira)
- Mais pequeno (menor) / mais grande (maior)


* NUNCA chame um rapaz de “moço”, pois essa palavra tem sentido pejorativo, dá a ideia que a pessoa é sua criada.


** Capital: Lisboa**

** Língua: Portugues**

** Moeda: Euro**

Como ligar a cobrar para o Brasil? 

Utilize o prefixo 800 800 550 (Se preferir, há cartões telefônicos que saem muito em conta também, utilizei um cartão de 5 euros para falar todos 6 dias com minha família) 


GASTOS:

*** Tive um gasto aproximado de 250 euros em 6 dias, sem contar com a hospedagem. Para maiores detalhes, sinta-se a vontade para me mandar um email.***

quarta-feira, 13 de julho de 2016

UM POUCO DE HISTÓRIA:

Lisboa, capital de Portugal, surgiu ao redor do castelo de São Jorge. Há indícios da ocupação desta região desde a pré-história (mais especificamente desde a Idade do ferro), sendo depois ocupada por fenícios, gregos, cartagineses e romanos, estes últimos contribuindo com o desenvolvimento socioeconômico e concedendo o “privilégio” da cidadania romana aos seus habitantes. Durante o período em que os romanos dominaram a região, havia a população que habitava o castelo (que ficava em uma região privilegiada) e camponeses foram construindo habitações ao redor dele (em troca da proteção que recebiam, forneciam frutas, legumes e outros alimentos).

Porém, entre cerca do ano 500 a 700, uma nova leva de invasões atinge a Europa, incluindo a região de Lisboa: trata-se dos povos germanos e árabes. Após um tempo, tem início a Guerra de Reconquista,  e em 1147, D. Afonso Henriques (1º rei de Portugal) retoma o controle da cidade de Lisboa, e a partir daí, ela começa a expandir-se para fora das muralhas até tornar-se a capital durante o reinado de Afonso III.
Em 1755, um terremoto atingiu a cidade e esse terremoto foi seguido por um incêndio que atingiu grande parte da cidade destruindo as principais regiões e centros urbanos. Após tal destruição, começa um novo processo de urbanização comandado pelo famoso Marquês de Pombal (então primeiro ministro do rei Dom José).